O Brasil viveu um fim de semana histórico no Mundial de Ginástica Rítmica 2025, realizado pela primeira vez no país, no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro. O conjunto formado por Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Mariana Gonçalves e Maria Paula Caminha conquistou duas medalhas de prata inéditas, garantindo a melhor campanha da equipe em todas as edições do torneio.
No domingo (24), as brasileiras ficaram em segundo lugar na série mista (três bolas e dois arcos), ao alcançar 28.550 pontos, a maior nota do grupo em competições internacionais. O ouro ficou com a Ucrânia, por apenas 0,1 ponto de diferença.
Já no sábado (23), o quinteto havia subido ao pódio pela primeira vez na história da ginástica rítmica nacional em Mundiais, ao conquistar a prata no conjunto geral, atrás apenas do Japão. Até então, o melhor resultado brasileiro era um quarto lugar, obtido em 2023.
Recordes também no individual
Além das conquistas no conjunto, Bárbara Domingos (Babi) escreveu seu nome na história da modalidade ao terminar em 9º lugar no individual geral, o melhor resultado já obtido por uma ginasta brasileira na competição. Geovanna Santos, que fez sua estreia em Mundiais, ficou em 18º lugar.
Melhor campanha do Brasil em Mundiais
Com os resultados, o Brasil encerra sua participação com a melhor campanha de todos os tempos: duas medalhas inéditas, pódios históricos e evolução tanto no conjunto quanto no individual.
O torneio recebeu apoio do Governo Federal, que destinou R$ 2 milhões para a realização do evento, além de manter investimentos na modalidade por meio do Bolsa Atleta, da Lei de Incentivo ao Esporte e da modernização de centros de treinamento. “Foi a melhor série das nossas vidas. Queríamos honrar os brasileiros e conseguimos. Foi perfeito!”, comemorou Duda Arakaki, emocionada após a apresentação que garantiu a prata.













