Morreu na manhã deste sábado (7) o adolescente Rodrigo Castanheira, aos 16 anos. O jovem ficou cerca de 16 dias internado em um hospital de Brasília após ser agredido numa briga com o ex-piloto Pedro Turra, de 19 anos, na saída de uma festa.
Segundo testemunhas, a briga começou após um desentendimento por motivo fútil entre Turra e a vítima. Segundo as investigações, o piloto se irritou com um comentário feito pelo jovem sobre um chiclete que Pedro havia jogado em um colega de Rodrigo.
Em razão da discussão, Turra desceu do carro e agrediu o adolescente. Durante abriga, Rodrigo bateu a cabeça na porta de um carro, sofreu traumatismo craniano e chegou a ter uma parada cardiorrespiratória de 12 minutos. Ele ficou em coma induzido e em estado grave no hospital até este sábado.
Turra chegou a ser preso um dia após as agressões, mas pagou fiança de R$ 24,3 mil e foi liberado. Dias depois, após suspeita de tentativa de interferência nas investigações, Pedro foi preso novamente e aguarda o trâmite do processo no Complexo da Papuda.
Decisão
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, negou habeas corpus protocolado pela defesa do piloto de automobilismo Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos. A decisão foi proferida nesta quinta-feira (5). Com isso, Turra vai continuar preso preventivamente no presídio da Papuda, em Brasília, pela acusação de lesão corporal grave.
a prisão do piloto também foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT). O desembargador Diaulas Costa Ribeiro entendeu que a prisão é necessária para preservar as investigações.
No pedido de habeas corpus, a defesa contestou a decretação da prisão pela primeira instância e afirmou que o piloto tem residência fixa, não tentou fugir e colaborou com as investigações. Segundo os advogados, Turra foi preso a partir de vídeos publicados na internet, sem contraditório e validação judicial. Além disso, a defesa disse que o acusado teme por sua segurança diante da exposição midiática do caso.












