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ARTIGO | Essencialmente, importantes

Por Redação - 12/02/2022

Rafael Gouveia Deputado estadual e pastor do MVN

Historicamente, em situações de calamidade e tragédia, as instituições religiosas sempre foram um amparo para a sociedade. Fosse em acolhida espiritual e psicoemocional, fosse no fornecimento de itens básicos e abrigo. Não precisamos ir longe para ver o quanto o papel das igrejas no âmbito social é importante.

E isso não seria diferente no contexto atual. Frente a mais de um ano de enfrentamento à pandemia provocada pela Covid-19, vemos o quanto as comunidades cristãs têm exercido de maneira fundamental seu papel dentro da sociedade civil, amparando vítimas em todas as esferas do caos que nos acomete.

A tragédia se tornou pior devido às decisões arbitrárias e pouco embasadas de nossas autoridades do executivo. E, também, trouxe à tona uma situação que abateu não só aqueles que adoeceram fisicamente. Ao longo desse período de abre e fecha, vimos famílias perderem tanto entes queridos, quanto fonte de renda e saúde psicoemocional.

Isso só não se tornou pior, em virtude do serviço comunitário prestado pelas comunidades cristãs. Em todo o estado de Goiás, desde o começo da pandemia, temos tido contato com inúmeras iniciativas lideradas por igrejas com o objetivo de levar alimentos físico e espiritual ao maior número de pessoas possível.

Você e eu já ouvimos centenas de relatos e testemunhos referentes à atuação de uma comunidade local. Seja com a realização de uma simples serenata, com canções que renovam a esperança por dias melhores, seja com campanhas de arrecadação de donativos para famílias financeiramente afetadas pela crise que se instalou ou ainda levando uma palavra de fé e esperança para quem está emocionalmente afetado.

Cientes de sua responsabilidade, mantiveram-se em submissão aos decretos das autoridades instituídas, fazendo o melhor para conter a disseminação do vírus. E, ao mesmo tempo, vigilantes e servis em oferecer à sociedade o amparo psicoemocional que somente a fé pode trazer em tempos de tamanha incerteza.

O que o futuro nos reserva pode provocar muita ansiedade. Quanto mais para um pai de família que viu sua fonte de renda se esvair e não encontra meios de sustentar os seus. De uma coisa, no entanto, não tenho dúvidas: a igreja estará lá! Amparando, acolhendo, criando oportunidades e cuidando de todos aqueles em necessidade.

Mesmo que as portas dos prédios estejam fechadas e as reuniões impedidas, com o coração aberto, a obra não vai parar. Por essa razão, tenho certeza que ainda ouviremos muitos testemunhos de renovo e restauração, graças a um povo que escolheu viver a ordenança de Jesus: amar ao próximo como a si mesmo!

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