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Céu de agosto terá dois eclipses, mas só um poderá ser visto do Brasil

Eclipse lunar parcial poderá ser acompanhado em todo o território nacional e atingirá o ponto máximo por volta da 1h da madrugada.


Redação Tribuna do Planalto Por Redação Tribuna do Planalto em 10/08/2026 - 13:28

Céu de agosto terá dois eclipses, mas só um poderá ser visto do Brasil
(Imagem: Mario Marco)

O calendário astronômico de agosto reserva dois eclipses em um intervalo de pouco mais de duas semanas. Apesar da expectativa provocada pelos fenômenos, somente um deles poderá ser observado do Brasil: o eclipse lunar parcial previsto para a madrugada de 28 de agosto.

Antes disso, na quarta-feira (12), ocorrerá um eclipse solar total. O fenômeno acontece quando a Lua se posiciona entre o Sol e a Terra, bloqueando a luz da estrela para quem está localizado na chamada faixa de totalidade.

A passagem da sombra da Lua poderá ser vista em locais como Groenlândia, Islândia, norte da Rússia, Espanha e uma pequena área de Portugal. Partes da América do Norte, da Europa e do noroeste da África acompanharão o fenômeno de forma parcial. O Brasil ficará fora da área de visibilidade.

A totalidade durará menos de dois minutos na maior parte do trajeto. Em regiões próximas ao centro da faixa, o Sol poderá permanecer completamente encoberto por pouco menos de dois minutos e meio, conforme informações da Nasa.

Quando o eclipse será visto no Brasil?

O espetáculo reservado aos brasileiros ocorrerá entre a noite de 27 e a madrugada de 28 de agosto. O eclipse lunar parcial poderá ser acompanhado em todo o território nacional, caso o céu esteja sem nuvens.

A fase parcial começará por volta das 23h30 do dia 27. O ponto máximo será alcançado aproximadamente à 1h do dia 28, pelo horário de Brasília.

Durante um eclipse lunar, a Terra fica posicionada entre o Sol e a Lua. Com esse alinhamento, a sombra terrestre é projetada sobre o satélite. Neste caso, o eclipse não será total porque uma pequena faixa da Lua permanecerá fora da parte mais escura da sombra.

O fenômeno também será visível em outras regiões das Américas, da África e em partes da Europa e do oeste da Ásia. Para acompanhar o eclipse lunar, não será necessário utilizar equipamentos de proteção. A observação pode ser feita com segurança a olho nu, embora binóculos ou telescópios permitam visualizar mais detalhes.

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Redação Tribuna do Planalto

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