Goiânia será palco, nesta quinta-feira, 20, de um dos principais encontros do agronegócio brasileiro. A 7ª edição da DATAGRO Abertura de Safra Soja, Milho e Algodão reúne especialistas, produtores e empresas para discutir tendências, desafios e estratégias para o ciclo agrícola de 2026.
Apresentado pela Koppert Brasil, o evento deve reunir mais de 20 especialistas e cerca de 500 participantes, consolidando-se como um espaço estratégico de planejamento da safra.
Inovação e bioinsumos no centro do debate
Entre os destaques da programação está o painel “Inovações Produtivas – Novas Estratégias de Manejo, Bioinsumos e Maquinário”, que aborda tecnologias que vêm transformando o campo.
A discussão ganha relevância diante do aumento da demanda por alimentos e dos impactos das mudanças climáticas, que já influenciam o planejamento da safra.
Segundo o CEO da Koppert Brasil, Gustavo Herrmann, o cenário atual exige mais eficiência e inovação no uso dos recursos.
“Os desafios da agricultura moderna exigem uma combinação cada vez maior de conhecimento, inovação e eficiência no uso dos recursos, ainda mais agora para esta safra, em que já são sentidos os efeitos do Super El Niño”, afirma.
Ele destaca ainda o avanço dos bioinsumos como alternativa para sistemas mais equilibrados e sustentáveis, com potencial para elevar a produtividade.
Mercado, produção e logística na pauta
Ao longo do dia, o evento também deve abordar temas estratégicos como:
- Perspectivas para a produção de grãos
- Cenários de mercado
- Futuro do algodão
- Integração entre agricultura, pecuária e bioenergia
- Infraestrutura, armazenagem e transporte
A programação reúne nomes relevantes do setor, como Plinio Nastari, Guilherme Campos Jr. e Miguel Ivan Lacerda, além de representantes de entidades como Aprosoja-GO, Abramilho e FAEG.
Espaço de planejamento da safra
A DATAGRO se consolidou como um dos principais fóruns do calendário agrícola nacional, reunindo diferentes elos da cadeia produtiva — de produtores a pesquisadores.
Mais do que debates técnicos, o encontro também funciona como um ambiente de geração de negócios, networking e construção de parcerias para o novo ciclo agrícola.
Em um cenário de clima instável e pressão por produtividade, o recado do setor é claro: quem planeja melhor agora, colhe melhor depois.















