A assistente social Késia da Silva e Silva, de 32 anos, voltou para casa, em Goiânia, na madrugada desta sexta-feira (14/11), após uma semana desaparecida depois de ir a um supermercado e fazer uma parada em um bar. Ela disse que foi rendida e encapuzada por homens que a abordaram quando retornava e permaneceu nesses dias em cárcere privado.
Ela chegou em casa só, a pé, com a mesma roupa que usava no dia do desaparecimento e com ferimentos pelo corpo. Segundo ela, durante os dias que passou com os suspeitos, só se alimentou de pão e um pouco de água Durante o período em que permaneceu com os suspeitos, disse ter se alimentado apenas de pão e um pouco de água. Késia relatou que foi ameaçada e que apanhou dos agressores, até ser deixada em um local próximo à sua casa.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, por meio do Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID), para esclarecer o desaparecimento e identificar e localizar os possíveis envolvidos.. Késia já prestou depoimento e foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) e ao Instituto de Criminalística para a realização de exames de corpo de delito.
Ao site Mais Goiás, Késia diz acreditar que o sequestro foi uma armação do ex-marido, com quem manteve um relacionamento por sete anos. Ela disse que era vítima de violência física e que ele a perseguia desde o término da relação. Durante o período do sequestro, ela afirmou ter reconhecido a voz de um dos sequestradores.














