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Polícia encontra corpo da corretora desaparecida em Caldas Novas. Três são presos

O corpo dela foi localizado em uma região de mata na própria cidade


Avatar Por Redação Tribuna do Planalto em 28/01/2026 - 08:07

Caso Daiane: Justiça ouve familiares e delegado em audiência
Foram presos, suspeitos de envolvimento no crime: o síndico do condomínio onde Daiane morava, Cléber Rosa de Oliveira, o filho dele e o porteiro do prédio

O Grupo de Investigação de Homicídios de Caldas Novas, em força-tarefa com o Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) e Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), prendeu, na manhã desta quarta-feira (28), três pessoas investigadas pelo desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, de Caldas Novas.

A mulher estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025. O corpo dela foi localizado em uma região de mata na própria cidade.

Foram presos, suspeitos de envolvimento no crime: o síndico do condomínio onde Daiane morava, Cléber Rosa de Oliveira, o filho dele e o porteiro do prédio.

Uma coletiva de imprensa será concedida pelos investigadores na manhã desta quarta-feira (28), onde serão dados os detalhes da força-tarefa que foi montada em torno do desaparecimento de Daiane.

Corretora tinha desavenças com síndico

Daiane foi vista pela última vez no prédio onde morava, o Condomínio Amethist Tower, em dezembro do ano passado. Imagens do sistema de segurança mostram a corretora entrando no elevador e descendo até o subsolo, após relatar um possível problema de energia elétrica em seu apartamento. Desde então, não houve registros de Daiane deixando o prédio, o que levantou suspeitas logo nos primeiros dias de investigação.

Nos últimos dias, a Polícia Civil, com apoio da Delegacia de Homicídios, intensificou diligências, oitivas de testemunhas e análise de provas técnicas.

O desaparecimento da corretora ganhou ainda mais repercussão por conta de conflitos anteriores envolvendo o síndico do condomínio, com quem Daiane mantinha disputas judiciais. O Ministério Público de Goiás chegou a denunciá-lo por perseguição, apontando episódios de constrangimento e vigilância dentro do prédio. No entanto, a Polícia Civil reforça que a relação entre essas denúncias e a morte da corretora ainda está sendo apurada. A defesa do síndico nega qualquer envolvimento e afirma que ele tem colaborado com as investigações.

*Essa notícia está em atualização.

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