A Polícia Civil está investigando o caso em que uma mulher morreu após fazer ter complicações durante uma lipoaspiração, na capital. Giselle Dias da Silva Barros, de 42 anos, fez o procedimento em abril e morreu na última quarta-feira (05).
A médica responsável pela cirurgia é Lorena Rosique, que, em 2022, ficou impedida de exercer a profissão após duas mulheres a denunciarem por queimaduras, pele necrosada e cicatrizes em virtude de procedimentos estéticos.
O advogado de Lorena, Eduardo Costa, informou durante coletiva de imprensa que ela e a vítima se conheciam, uma vez que Giselle Dias da Silva Barros era enfermeira. Afirmou ainda que houve uma intercorrência notada pelo anestesista durante a cirurgia e, por isso, a mesma foi interrompida. Eduardo disse que a médica chegou a visitar a paciente no hospital, durante internação e que matinha contato direto com ela, através do WhatsApp.
A defesa alega ainda que a profissional foi informada que a paciente morreu após ter uma pneumonia, que teria sido contraída depois do procedimento, o que, segundo ele, desconecta a causa da morte ao procedimento. “No caso estético poderiam questionar tromboembolia pulmonar, mas não é o caso. Isso desliga a cirurgia plástica a causa da morte”, pontua.
O Cremego, por meio de nota, disse que todas as denúncias relacionadas à conduta ética de médicos recebidas ou das quais a instituição toma conhecimento são apuradas e tramitam em sigilo.












