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Saúde de Aparecida afirma que mais de 290 mil ovos do mosquito da dengue foram coletados e que monitoramento será ampliado

Município instalará 248 novas ovitrampas para identificar bairros com maior atividade do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya


Por Carlos Nathan Sampaio em 17/08/2026 - 11:18

Dengue anápolis wolbachia Aparecida
(Foto: Reprodução)

Mais de 290 mil ovos do Aedes aegypti, mosquito da dengue, foram coletados desde setembro de 2025 pelas ovitrampas instaladas em Aparecida de Goiânia. Nesta segunda-feira (17), a rede de monitoramento será ampliada com a colocação de outras 248 armadilhas em diferentes bairros do município.

Com a instalação dos novos equipamentos, o número de ovitrampas passará de 105 para 353. A mobilização está marcada para começar às 9h e será conduzida pela Vigilância em Saúde Ambiental, vinculada à Secretaria Municipal de Saúde.

As armadilhas são utilizadas para detectar a presença do Aedes aegypti e acompanhar sua atividade reprodutiva. O mosquito é responsável pela transmissão da dengue, da zika e da chikungunya. Após a coleta, os ovos são analisados para indicar as regiões com maior presença do vetor e orientar a distribuição das equipes de controle.

Os profissionais serão divididos em três grupos. A primeira equipe instalará 95 ovitrampas, a segunda ficará responsável por 74 e a terceira colocará outras 79. O trabalho envolverá agentes de combate às endemias que realizam visitas domiciliares e supervisores de endemias.

A instalação alcançará as cinco áreas de atuação da Vigilância em Saúde Ambiental. Entre os bairros incluídos estão Independência Mansões, Jardim Alto Paraíso, Garavelo, Cidade Vera Cruz, Veiga Jardim, Mansões Paraíso, Cidade Satélite São Luiz, Jardim Monte Serrat, Vila Maria, Jardim Miramar, Rosa dos Ventos, Parque Trindade, Jardim Olímpico, Vila Brasília e Jardim Rosa do Sul, além de outras regiões.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as informações reunidas pelas ovitrampas serão utilizadas para identificar os locais com maior atividade do mosquito e definir onde as ações devem ser concentradas ou intensificadas.

Apesar do monitoramento, o coordenador da Vigilância em Saúde Ambiental, Edson Fernandes da Silva, ressalta que o controle do mosquito também depende da eliminação de criadouros. A orientação aos moradores é evitar recipientes com água parada, limpar calhas e caixas-d’água, cuidar de quintais e terrenos e permitir a entrada dos agentes durante as visitas.

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