A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Goiânia instituiu, por meio da Portaria nº 1.268, de 12 de setembro de 2025, a Frente Parlamentar de Internacionalização de Goiânia. O grupo será responsável por debater, propor e acompanhar políticas públicas voltadas à inserção da capital no cenário internacional.
A frente será presidida pelo vereador Michel Magul (PSDB), autor do requerimento que originou a criação do colegiado. A vice-presidência ficará a cargo do vereador Edward Madureira (PT). Também integram o grupo os vereadores Anselmo Pereira (MDB), Daniela da Gilka (PRTB), Lucas Kitão (UB), Ronilson Reis (SD) e William do Armazém Silva (PRTB).
Segundo a portaria, a frente terá como atribuições incentivar parcerias e cooperações internacionais em áreas como economia, cultura, ciência, tecnologia, educação, turismo e meio ambiente; estimular políticas públicas que promovam Goiânia como polo de inovação, investimentos e turismo no exterior; acompanhar projetos de internacionalização já desenvolvidos pelo Poder Executivo, instituições acadêmicas e entidades privadas; além de estabelecer diálogo com embaixadas, consulados, organismos multilaterais e redes internacionais de cidades para identificar oportunidades de cooperação.
Iniciativas
Durante sessão realizada nesta quinta-feira (18) o presidente da Frente, Michel Magul, apresentou um conjunto de propostas alinhadas ao tema da internacionalização e também à inovação local. Entre elas, está o projeto que cria a Política Internacional do Município de Goiânia e um requerimento que sugere a implantação de um programa de intercâmbio internacional voltado à gestão municipal.
O vereador também protocolou um requerimento que cobra a regulamentação da Lei de Liberdade Econômica no município, além de dois projetos elaborados em parceria com alunos do Ipog, sob orientação do professor Clodoaldo: o Programa Municipal da Moeda Social e o Programa Municipal da Autonomia Digital Inclusiva.
Segundo Magul, essas iniciativas representam tanto o esforço de abrir Goiânia para o mundo quanto de conectar o Parlamento à produção acadêmica, fortalecendo políticas públicas inovadoras.














