Os candidatos ao Governo de Goiás começaram a apresentar à Justiça Eleitoral suas declarações de bens para as eleições de 2026. Até a manhã desta quarta-feira (12), três dos seis nomes escolhidos nas convenções partidárias já tinham informações patrimoniais disponíveis no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): Marconi Perillo (PSDB), Daniel Vilela (MDB) e Luis Cesar Bueno (PT).
Entre eles, Marconi apresenta o maior valor. O ex-governador declarou R$ 11.876.815,71, ante R$ 7.352.616,86 informados em 2022, quando concorreu ao Senado. A diferença é de R$ 4,52 milhões, crescimento de 61,53% em quatro anos.
O principal bem informado pelo tucano é um apartamento residencial avaliado em R$ 3,12 milhões. Também aparecem uma casa de R$ 2,5 milhões, investimentos, valores concedidos em empréstimos, propriedades rurais e participações societárias. Ao todo, são 24 bens declarados.
Daniel Vilela declarou patrimônio de R$ 5.627.385,99. Em 2022, quando disputou e foi eleito vice-governador, havia informado R$ 4.696.100,50. A evolução nominal foi de R$ 931,2 mil, equivalente a 19,83%.
A relação de Daniel tem como maior item um crédito decorrente de empréstimo no valor de R$ 2,45 milhões. O governador também declarou 50% de um terreno avaliado em R$ 1,25 milhão, 301 bovinos estimados em R$ 903 mil, participações em empresas e glebas de terra.
Luis Cesar Bueno declarou R$ 884.607,32. O candidato do PT havia informado R$ 796.302,60 em 2022, quando concorreu à Assembleia Legislativa. O acréscimo foi de R$ 88,3 mil, ou 11,09%. Apesar do aumento em relação à eleição passada, o valor atual ainda é inferior aos R$ 1,07 milhão declarados por ele em 2014.
Wilder Morais (PL), Luciana Amorim (UP) e Danilo Pinheiro (PCO) completam, até agora, a relação de candidaturas definidas em convenção para o Palácio das Esmeraldas, mas ainda não apareciam nesta quarta-feira com declaração patrimonial consolidada na consulta realizada.
O quadro ainda é provisório. Partidos, federações e coligações têm até as 19h de sábado (15) para apresentar os pedidos de registro das candidaturas à Justiça Eleitoral. Os valores são informados pelos próprios candidatos ao TSE e não correspondem necessariamente ao preço atual de mercado dos bens declarados.














