Um homem investigado por homicídio qualificado, e que estava foragido, foi preso no último sábado (28/3), em Goiânia, após ser apontado como autor da execução de uma mulher em um posto de gasolina em Anápolis. O crime ocorreu em setembro de 2023 e, segundo as investigações, teve como motivação uma dívida entre a vítima e o suspeito.
De acordo com a Polícia Civil, o autor se encontrou com a mulher no local do crime, onde iniciou uma conversa que evoluiu para discussão. Durante o desentendimento, ele efetuou disparos de arma de fogo contra a vítima, que morreu no local. Após o crime, o suspeito fugiu e passou a ser considerado foragido da Justiça.
A captura foi realizada por equipes do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Anápolis, vinculado à 3ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), após diligências que permitiram localizar o investigado na capital goiana. Ele agora está preso e à disposição do Poder Judiciário.
Pela legislação brasileira, o homicídio qualificado — quando há circunstâncias como motivo torpe, como no caso de dívida, ou impossibilidade de defesa da vítima — é considerado crime hediondo, conforme a Lei nº 8.072/1990. A pena pode variar de 12 a 30 anos de reclusão, com regime inicial fechado e restrições para progressão de pena.
Além disso, por ter permanecido foragido, o investigado pode ter a situação agravada no processo, especialmente no que diz respeito à análise de sua conduta e risco à ordem pública. Após a prisão, ele deve passar por audiência de custódia, etapa em que a Justiça avalia a legalidade da detenção e decide sobre a manutenção da prisão preventiva.
O caso segue sob responsabilidade das autoridades judiciais, que darão andamento ao processo criminal.














