Uma nova subvariante da Covid-19, conhecida como “Cicada” (BA.3.2), tem sido monitorada por cientistas em diferentes países após apresentar aumento na circulação, especialmente nos Estados Unidos.
A linhagem faz parte da família da variante Ômicron e já foi identificada em ao menos 23 países, segundo dados recentes de vigilância epidemiológica.
O que é a variante Cicada?
A Cicada é uma sublinhagem do coronavírus identificada inicialmente em novembro de 2024. O interesse dos pesquisadores cresceu nos últimos meses devido ao aumento de casos em alguns países.
Especialistas apontam que o vírus apresenta um número elevado de mutações, principalmente na proteína spike — estrutura usada pelo vírus para invadir as células humanas.
Essas mudanças podem facilitar o chamado escape imunológico, ou seja, uma maior capacidade de infectar pessoas que já tiveram Covid-19 ou foram vacinadas.
Variante é mais grave?
Até o momento, não há evidências de que a Cicada provoque quadros mais graves da doença.
De acordo com especialistas, não foi observado aumento de hospitalizações ou mortes associados à nova subvariante.
Apesar disso, a alta transmissibilidade segue sendo um ponto de atenção.
Vacinas continuam sendo proteção
Mesmo com as mutações, a orientação das autoridades de saúde é clara: as vacinas seguem eficazes, principalmente contra formas graves da doença e mortes.
A possibilidade de reinfecção pode ser maior, mas a imunização continua sendo a principal estratégia de proteção.
Já chegou ao Brasil?
Até agora, não há confirmação oficial de casos da variante Cicada no Brasil. Ainda assim, o cenário segue em monitoramento constante pelas autoridades de saúde.
Sintomas são semelhantes
Os sintomas associados à nova variante não diferem das versões recentes da Covid-19 e incluem:
- febre;
- tosse;
- dor de garganta;
- cansaço;
- dores no corpo;
- congestão nasal;















