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A Moradia Ressignificada

Por Redação Tribuna do Planalto - 08/04/2022

É certo que vivemos um cenário de incertezas econômicas e isso não só no Brasil. E as pessoas se perguntam: onde investir em momentos como esse? Sem dúvida, os imóveis aparecem como um dos investimentos mais seguros. E não é mera coincidência que ao menos 14,5 milhões de famílias no Brasil manifestam intenção de adquirir um imóvel nos próximos 24 meses, segundo a empresa de pesquisa Datastore. 

A crise sanitária colocou a moradia no centro da vida das pessoas. Mas o que isso significa na prática? As famílias buscam por imóveis com plantas inteligentes, que ofereçam possibilidades de transformar o imóvel de acordo com suas necessidades e de infraestruturas que proporcionem mais lazer e segurança. Mas a redescoberta do lar, não se deu apenas como ambiente de moradia, também como espaço de trabalho, com o home office ganhando posição de destaque. 

Esse movimento evidenciou um aspecto: a qualidade da moradia, associada ao bem-estar, físico e mental. Por isso, o conceito de viver bem foi ressignificado. O lar não é apenas um local para dormir. Isso reforça a tendência já consagrada pelos condomínios horizontais que oferece moradias saudáveis, acolhedoras, com extensa área verde comum, exatamente onde a FGR Incorporações é especialista há mais de três décadas. 

Sem alimentar falsas expectativas, mas consciente das possibilidades do setor da construção, no Brasil e em Goiás, reconhecemos que 2022 será um ano de desafios na economia, mas nem por isso o imóvel deixará de ser um ativo seguro para quem deseja investir. É ele quem assegura uma ótima rentabilidade, tanto a médio, quanto em longo prazo. Basta que se avalie a história. Isso sempre ficou comprovado ao fim dos ciclos de cada recessão econômica. 

É importante ressaltar que as condições de aquisição dos imóveis permanecem favoráveis. Ainda que os juros praticados tenham se elevado, hoje eles são bastante inferiores ao que era em 2016 (13%). Deve-se lembrar, também, que 2022 aponta para uma queda nos índices de desemprego, conforme já apurou a PNAD Contínua, que registrou em dezembro índice de 11,1%. E esse é um elemento importante para elevar a confiança das famílias que almejam adquirir um imóvel, que possui maior valor agregado. 

Em meio a tanta volatilidade, o imóvel permanece – mais que nunca – um ativo seguro. Mas não apenas isso: é ele quem assegura o retorno do investimento, a valorização real do valor aplicado em cada metro quadrado. Uma certeza é possível cravar: em 2022 não será diferente. Por isso, o mercado da construção está absolutamente seguro da necessidade de continuar ofertando o maior sonho do brasileiro – a casa própria que atenda às suas necessidades e de sua família. 

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