A Assembleia Legislativa de Goiás aprovou, nesta quinta-feira (13), a proibição da venda em Goiás de leite fluido produzido a partir da reconstituição de leite em pó importado. A nova regra, proposta pelo deputado Amauri Ribeiro (UB), altera a prática permitida atualmente e estabelece sanções para empresas que descumprirem a determinação.
Entre as sanções estão apreensão do lote reconstituído, multa e suspensão temporária ou definitiva do registro sanitário, após processo administrativo. Ribeiro argumenta que a prática de transformar leite em pó importado em leite fluido “engana o consumidor e compromete a integridade do mercado”, visto que cria concorrência desigual para produtores.
O deputado Amauri Ribeiro (UB), autor da proposta e integrante da pauta do agro na Alego, afirma que a proibição do leite reconstituído atende a reivindicações de produtores goianos que enfrentam a concorrência do produto importado e veem impacto direto na renda das propriedades rurais.
Goiás permanece entre os maiores produtores de leite do país, ocupando a 6ª posição no ranking nacional segundo dados do mercado de 2023.













