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Home Notícias MINERAÇÃO: Fieg recebe Fórum Permanente e discute impacto do setor no desenvolvimento macroeconômico de Goiás
01 dez. 2022, 21h00
MINERAÇÃO: Fieg recebe Fórum Permanente e discute impacto do setor no desenvolvimento macroeconômico de Goiás
Encontro contou com painel Reflexos da Mineração na Economia do Município e na Vida dos Cidadãos, com participação do prefeito de Alto Horizonte, Luiz Borges da Cruz, e de diretores do Sesi e Senai Goiás
A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), por meio da Câmara Setorial da Mineração (Casmin), sediou quinta-feira (01/12), na Casa da Indústria, o primeiro encontro do Fórum Permanente do Setor de Mineração de Goiás, plataforma de debates recém-criada pela Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa. A iniciativa, liderada pelo deputado estadual Virmondes Cruvinel, contou com participação do presidente da Casmin, Wilson Borges, do presidente do Sindicado das Indústrias Extrativas do Estado de Goiás (Sieeg-DF), Luiz Antônio Vessani, do superintendente do Sesi e Senai Goiás, Paulo Vargas, e do diretor de Educação e Tecnologia do Sesi e Senai, Claudemir Bonatto.
A programação abordou aspectos como segurança jurídica, desafios e perspectivas da mineração, aplicação da Lei Estadual da Economia Colaborativa, potencialidades minerais de Goiás, com vista ao mercado externo, e o apoio de instituições de ensino da indústria para formação de profissionais na área de mineração.
O presidente do Sieeg-DF, Luiz Antônio Vessani, fez breve retrospectiva histórica do papel do setor. “A mineração em Goiás suportou a expansão das fronteiras do Brasil”. Além disso, ele ressaltou as vantagens da atividade em Goiás por contribuir com os municípios nos quais as empresas estão inseridas e na geração de mais oportunidades.
“Quando uma grande mineradora chega a um município, ela traz oportunidades. A mineração sempre eleva o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da cidade”, exemplificou. Ele lembrou que a exploração de minerais é finita e, portanto, ressaltou que é importante planejamento estratégico das prefeituras no que tange ao investimento dos recursos gerados durante o período de atividade.
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01 dez. 2022, 21h00
MINERAÇÃO: Fieg recebe Fórum Permanente e discute impacto do setor no desenvolvimento macroeconômico de Goiás
Encontro contou com painel Reflexos da Mineração na Economia do Município e na Vida dos Cidadãos, com participação do prefeito de Alto Horizonte, Luiz Borges da Cruz, e de diretores do Sesi e Senai Goiás
A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), por meio da Câmara Setorial da Mineração (Casmin), sediou quinta-feira, 01°, na Casa da Indústria, o primeiro encontro do Fórum Permanente do Setor de Mineração de Goiás, plataforma de debates recém-criada pela Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa. A iniciativa, liderada pelo deputado estadual Virmondes Cruvinel, contou com participação do presidente da Casmin, Wilson Borges, do presidente do Sindicado das Indústrias Extrativas do Estado de Goiás (Sieeg-DF), Luiz Antônio Vessani, do superintendente do Sesi e Senai Goiás, Paulo Vargas, e do diretor de Educação e Tecnologia do Sesi e Senai, Claudemir Bonatto.
A programação abordou aspectos como segurança jurídica, desafios e perspectivas da mineração, aplicação da Lei Estadual da Economia Colaborativa, potencialidades minerais de Goiás, com vista ao mercado externo, e o apoio de instituições de ensino da indústria para formação de profissionais na área de mineração.
O presidente do Sieeg-DF, Luiz Antônio Vessani, fez breve retrospectiva histórica do papel do setor. “A mineração em Goiás suportou a expansão das fronteiras do Brasil”. Além disso, ele ressaltou as vantagens da atividade em Goiás por contribuir com os municípios nos quais as empresas estão inseridas e na geração de mais oportunidades.
“Quando uma grande mineradora chega a um município, ela traz oportunidades. A mineração sempre eleva o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da cidade”, exemplificou. Ele lembrou que a exploração de minerais é finita e, portanto, ressaltou que é importante planejamento estratégico das prefeituras no que tange ao investimento dos recursos gerados durante o período de atividade.
O presidente da Câmara Setorial da Mineração (Casmin-Fieg), Wilson Borges, abordou as contribuições da mineração para o desenvolvimento macroeconômico estadual. Ele contabilizou a geração de 200 mil empregos, com a previsão de R$ 30 bilhões gerados pela atividade em Goiás nos próximos anos.
Para Wilson Borges, o setor é um grande responsável pela melhoria na qualidade de vida e na saúde da população, além de promover inovação tecnológica, responsabilidade social e ambiental e investir no desenvolvimento local. “Goiás tem uma vocação mineral muito grande. É preciso fomentar políticas públicas que alavanquem o setor”, defendeu.
Na reunião, foram apresentados também detalhes do Marco Legal da Inovação e do Plano Estadual de Recursos Minerais da Secretaria Estadual de Indústria e Comércio (SIC), pelo secretário Joel Sant’Anna Braga Filho. O encontro foi acompanhado por diversas lideranças e representantes de empresas do setor mineral e contou ainda com participação do reitor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Antônio Cruvinel Borges Neto.
CASE DE SUCESSO
Na oportunidade, representantes do setor produtivo, do poder público, da área acadêmica e de entidades representativas compartilharam opiniões sobre as contribuições da atividade mineral como uma potente geradora de desenvolvimento social e econômico. Dentre essas contribuições, estão oportunidades de trabalho, recursos e desenvolvimento para os municípios em que estão inseridas as empresas mineradoras. Também foram apontadas as perspectivas e potencialidades de Goiás em relação à área, exemplificadas por meio do trabalho desempenhado por uma mineradora localizada no município de Alto Horizonte, considerada um case de sucesso.
O prefeito de Alto Horizonte, Luiz Borges da Cruz, ressaltou os reflexos da mineração na economia da cidade e na vida dos cidadãos. “A mineração, que teve início em 2007, possibilitou ao município, com população de cerca de 7 mil habitantes e receita na casa dos R$ 10 milhões, oferecer à comunidade saúde de qualidade, infraestrutura com esgoto, água tratada e asfalto, além de educação. Hoje, as escolas municipais contam com parceria junto ao Sesi/Senai”.
Já o diretor de Educação e Tecnologia do Sesi e Senai, Claudemir Bonatto, explicou como tem sido a experiência. “É uma educação que faz com que o aluno tenha prazer em se levantar e ir para a escola pela manhã. Além disso, os profissionais de educação e alunos são valorizados. É aplicada a tecnologia, um método de ensino mais atrativo e, ainda, existe uma estrutura de qualidade nas unidades de ensino”, contou.











