Os trabalhadores da rede municipal de Educação de Goiânia decidiram, em Assembleia Geral do SINTEGO, realizada nesta quinta-feira, 7 de maio, no CEPAL do Setor Sul, pela deflagração de greve. A decisão foi tomada diante da falta de avanços nas negociações com a administração municipal e da morosidade na apresentação de respostas concretas às demandas da categoria.
A Assembleia reuniu Administrativos e Professores, que avaliaram todo o histórico de luta e deliberaram coletivamente pelos próximos passos da mobilização. O sentimento de insatisfação chegou ao limite, especialmente em razão do longo período sem soluções das pautas reivindicadas e a greve na rede municipal de Educação de Goiânia começa no dia 12.
Para o SINTEGO, a deliberação marca um novo momento da luta dos/as trabalhadores/as da Educação de Goiânia, que seguem mobilizados/as em defesa de seus direitos e por melhores condições de trabalho.
– Reivindicações da categoria
Entre as principais pautas de luta da categoria em 2026 estão o plano de carreira dos/as Administrativos/as, o pagamento das progressões de carreira, o reajuste do piso salarial dos/as professores/as, o pagamento da data-base dos/as Administrativos/as, a aplicação do descongela (Lei nº 226/26), do enquadramento (Lei nº 15.326/26) dentre outros pontos de pautas.
– Histórico de luta
Nos últimos anos, a categoria junto com o SINTEGO, realizou importantes movimentos grevistas em 2022, 2023 e 2024, em defesa de direitos e valorização profissional.














