A Câmara Municipal de Goiânia aprovou em segunda votação o projeto que concede reajuste salarial de 5,4% aos professores da rede pública municipal. Com isso, o vencimento-base da categoria para jornada de 40 horas semanais chega a R$ 5.130,63.
O percentual atualiza o piso nacional do magistério estabelecido pelo governo federal. O impacto estimado para os cofres municipais é de cerca de R$ 64,9 milhões ainda em 2026.
A iniciativa partiu do prefeito em exercício, Anselmo Pereira, após reuniões com a categoria. O envio do projeto ocorreu horas antes do início de uma greve parcial da Educação, que continua em andamento.
“O prefeito Mabel tem transformado a Educação em Goiânia e isso passa, sem dúvidas, pela valorização e reconhecimento dos servidores”, afirmou Anselmo Pereira.
Segundo ele, a medida é mais uma ação de valorização da categoria entre tantos avanços já garantidos pela gestão.
O reajuste segue os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. Mesmo com a aprovação, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) informou que a paralisação será mantida. A categoria também cobra o pagamento de progressões, reestruturação do plano de carreira dos administrativos e aplicação da data-base.
A expectativa da Prefeitura de Goiânia é de que o reajuste contribua para reduzir a adesão à greve. O projeto segue para sanção do prefeito em exercício, Anselmo Pereira.
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