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Espetáculo ‘Triste, louca ou má’ estreia neste sábado (25) no Teatro Madre Esperança Garrido, em _CenÁpice Cia de Dança fará duas apresentações na noite. A primeira é gratuita e 100% destinada a alunos da UFG

CenÁpice Cia de Dança fará duas apresentações na noite. A primeira é gratuita e 100% destinada a alunos da UFG_

Por Redação Tribuna do Planalto - 24/06/2022

Foto: Divulgação

Para os apaixonados por dança, a CenÁpice Cia de Dança estreia um espetáculo  em Goiânia neste sábado, 25. Com o tema ‘Triste Louca ou Má’ que será apresentado no Teatro Madre Esperança Garrrido.    O espetáculo contará com duas apresentações sendo a primeira às 18 horas destinada exclusivamente para alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG) e com entrada gratuita. E outra às 20h30, que é aberta ao público em geral ao integrar 1 litro de leite.

O espetáculo trás temáticas como a maternidade, a submissão. Qual é a classificação dada pela sociedade à mulher que escolhe traçar um caminho diferente dos antigos padrões sociais que ainda são impostos, ainda que nem sempre em discursos verbalizados? Triste, louca, má.

Para a entrada dos alunos da UFG, é obrigatória a apresentação de comprovante de matrícula ou documento atualizado. O segundo espetáculo da noite, também será transmitido gratuitamente por live no canal do YouTube da companhia.

A direção do espetáculo é de Larissa Siqueira e há divisão em dois atos. O primeiro deles, intitulado ‘Arco e Flecha’ é coreografado por Maurício de Oliveira, goiano, com reconhecimento internacional. O ato trará ao palco Marcus Nascimento, que é formado pela UFG e que já foi bailarino da Quasar Jovem; e Leidy Escobar, cubana, bailarina e maitre, dona de um currículo invejável.

Escobar foi primeira bailarina do Ballet de Cuba e não é a primeira vez que ambos se unem em parceria. Com mais de 50 anos, Leidy esbanja elegância e mostra no palco, assim como Marcus, um pedaço de alma.

“No ato 1, o casal dança como em um sistema de dobradiças, como num origami; um mecanismo de composição entre duas mentes absolutamente diferentes em configuração e desconfiguração se tornaram o mote para os desdobramentos de seus raciocínios. Com foco, esses olhares de movimento interno se apontavam pra um único ponto, interdependente, como um arco e flecha”, explica Maurício de Oliveira, coreógrafo e diretor artístico.

O segundo ato, que leva o mesmo nome do espetáculo, reúne oito mulheres, diversas, plurais, mulheres trans, bailarinas profissionais ou não, mas que através da dança, têm uma mensagem importante a dizer. “O espetáculo Triste, Louca ou Má é um convite ao empoderamento feminino. E tem por pretensão trazer questionamentos sobre o que é ser mulher: sobre a roupa que ela veste, sobre o batom que cobre a sua boca, sobre a sua força e principalmente sobre o seu direito de simplesmente ‘ser’, sem rótulos”, completa Larissa.

 

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