A Polícia Civil de Goiás apreendeu uma cobra da espécie píton, com cerca de 4,8 metros de comprimento, que era mantida em cativeiro sem autorização legal. A ação ocorreu na segunda-feira (27) e foi conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente (Dema).
De acordo com a corporação, o próprio tutor apresentou o animal às autoridades. No entanto, ele não possuía documentação de origem nem licença para criação, o que configura irregularidade ambiental.
Espécie exótica representa risco ambiental
A píton apreendida pertence à fauna exótica, ou seja, não é nativa do Brasil. Segundo a Polícia Civil, a criação irregular desse tipo de animal pode gerar impactos ambientais graves.
Isso porque, em caso de fuga ou soltura, espécies exóticas podem desequilibrar ecossistemas locais, afetando a fauna nativa e causando danos difíceis de reverter.
Ação foi realizada em conjunto
A apreensão foi resultado de uma ação conjunta entre equipes da Dema e da Delegacia de Aruanã. O caso segue sob investigação para apurar possíveis responsabilidades e eventuais infrações ambientais.
O destino do animal não foi detalhado, mas, em situações como essa, a tendência é que ele seja encaminhado a instituições autorizadas para manejo e cuidado adequado.
Criação de animais silvestres exige autorização
A legislação brasileira estabelece regras rigorosas para a criação de animais silvestres e exóticos. É necessário ter autorização dos órgãos ambientais, além de comprovar a origem legal do animal.
Sem esses requisitos, a posse pode ser considerada crime ambiental, sujeita a penalidades administrativas e criminais.
Operação mira esquema no setor têxtil e bloqueia quase R$ 300 milhões em Goiás
CIEE reúne mais de 150 vagas de estágio e amplia acesso ao primeiro emprego em Goiás














