A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, na última sexta-feira (5), a fabricação, comercialização, importação e uso de 32 suplementos alimentares produzidos pela empresa Ervas Brasillis Produtos Naturais Ltda. A determinação, publicada no Diário Oficial da União, também estabelece a apreensão de todos os lotes em circulação no país.
A decisão foi tomada após inspeção sanitária constatar que os suplementos eram fabricados em um estabelecimento sem licença da autoridade sanitária, em condições insalubres e sem seguir as boas práticas de fabricação exigidas para alimentos e suplementos.
Segundo a Anvisa, além da suspensão imediata, está proibida qualquer forma de propaganda, venda ou distribuição dos produtos.
De acordo com o artigo 46 do Decreto-Lei nº 986/1969, fábricas e empresas que produzem, manipulam ou transportam alimentos precisam de licença prévia da vigilância sanitária municipal, estadual ou distrital. A ausência dessa autorização torna a produção ilegal, sujeitando os produtos à apreensão e interdição.
Quais suplementos foram proibidos pela Anvisa?
A lista inclui diferentes tipos de creatina, colágeno, maca peruana, moringa, ômega 3, cafeína com taurina, óleo ozonizado e outros produtos naturais e esportivos, de marcas como Turbo Black Vitamin, Ervas Brasil, NB Nutrition, Natuforme, Ozonlife, Nutrição Esportiva, Max Force e Vitacorpus.
👉 Todos os suplementos fabricados pela Ervas Brasillis, em qualquer lote, estão proibidos.
Lista completa dos suplementos proibidos pela Anvisa
O que fazer se você comprou um dos suplementos proibidos?
A Anvisa orienta que consumidores que tenham adquirido os produtos interrompam o uso imediatamente. Em caso de efeitos adversos, é recomendado procurar atendimento médico e registrar ocorrência no sistema VigiMed, disponível no portal da Anvisa.
Denúncias sobre venda irregular podem ser feitas às vigilâncias sanitárias locais.















