O governador Daniel Vilela (MDB) sinalizou nesta segunda-feira (22) que a definição sobre o nome do vice em sua chapa deve ficar para depois de 4 de julho, data que marca o início das restrições eleitorais à presença de candidatos em inaugurações públicas.
Questionado sobre as articulações em torno da vaga, Daniel evitou entrar no mérito da disputa interna. Disse que, por ora, a prioridade será cumprir a agenda administrativa do governo. “Estou focado na gestão administrativa até o dia 4 de julho. Aí depois, naturalmente, a gente vai ter uma dedicação maior ao debate político”, afirmou.
A resposta ajuda a explicar o ritmo adotado pelo Palácio das Esmeraldas. Antes de abrir de vez a temporada de composição política, Daniel tenta concentrar entregas e inaugurações no período permitido pela legislação eleitoral. “Serão duas semanas bastante tensas, de muita agenda”, resumiu.
A vaga de vice é hoje um dos principais pontos de disputa dentro da base governista. O PSD, partido do ex-governador Ronaldo Caiado, reúne os nomes mais citados para a composição.
Entre eles estão o presidente licenciado da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, o ex-senador Luiz Carlos do Carmo e o ex-secretário de Governo Adriano da Rocha Lima. Cada um representa uma leitura diferente para a chapa: o agro, o segmento evangélico e o núcleo mais próximo da gestão caiadista.














