A Justiça de Goiás suspendeu a ação contra a WePink, empresa da influenciadora digital Virginia Fonseca, após uma audiência de conciliação na sexta-feira (14), segundo informou o portal Terra. O processo é movido pelo Ministério Público e teve início após milhares de reclamações de clientes por falta de entrega de produtos. A 70ª Promotoria de Goiânia acusou a companhia de propaganda enganosa e de excluir comentários negativos das redes sociais para esconder as reclamações de clientes.
A audiência para iniciar as tratativas para solução consensual do caso foi realizada na tarde da última sexta-feira (14), durante 1h20, e reuniu o promotor e os sócios de Virgínia, Thiago Stabile e Chaopeng, acompanhados de seus advogados.
Conforme a decisão, eles abordaram várias cláusulas do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e requereram a suspensão por 15 dias para que tentarem uma composição definitiva para chegar em uma solução.
“Ademais, transcorrido os 15 (quinze) dias, sem manifestação nos autos, intime-se a parte requerente para dar andamento no processo, em cinco dias. Intimados em audiência. Dou por encerrada a audiência”, finalizou a juíza Tatianne Marcella Mendes Rosa Borges Mustafa.
Entenda o caso
A ação teve origem em inquérito civil instaurado pela 70ª Promotoria de Justiça de Goiânia, após denúncias de consumidoras(es) que relataram atrasos nas entregas, ausência de reembolsos e descumprimento de ofertas publicitárias.
Conforme o documento protocolado pelo promotor de Justiça Élvio Vicente da Silva, titular da 70ª PJ, a empresa teria impulsionado suas vendas com base na grande exposição pública de sua sócia Virgínia Fonseca, que realiza transmissões ao vivo (lives) e campanhas promocionais com descontos expressivos, incentivando compras impulsivas e criando sensação de urgência entre consumidoras(es).
Goiás a uma vitória de voltar à elite do futebol brasileiro














