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Tribuna Jurídica | Júri do caso Valério

Por Redação - 03/12/2021

Carla Borges 

O júri popular dos cinco acusados do assassinato do radialista Valério Luiz será realizado no dia 14 de março de 2022, três meses antes de o crime completar dez anos. A data foi definida pelo juiz Lourival Machado da Costa, da 4ª Vara dos Crimes Dolosos contra a Vida de Goiânia. Serão julgados Ademá Figueredo Aguiar Filho, apontado como executor do crime; Djalma Gomes da Silva, Urbano de Carvalho Malta e Marcus Vinícius Pereira Xavier, identificados como envolvidos com o planejamento do atentado; e o ex-cartorário Maurício Sampaio, mandante do assassinato, segundo as investigações.  

À queima-roupa  

Valério Luiz foi assassinado a tiros quando saía do trabalho, na Rádio Jornal 820, no Setor Serrinha em Goiânia, no início da tarde do dia 5 de julho de 2012. O inquérito policial foi concluído sete meses após o crime, mas o julgamento sofreu sucessivos adiamentos, por último, devido à pandemia de Covid-19.  

Filho cobrou júri  

Em outubro, a coluna mostrou que o filho do radialista assassinado e assistente de acusação, o advogado Valério Luiz, apresentou o quinto pedido de designação de data para o júri popular dos réus. Ele se baseou no Decreto Judiciário nº 2.437/2021, que determinou o retorno das atividades presenciais no TJ-GO e autorizou a realização de sessões de júri para réus presos e soltos. 

Energia limpa 

Entraram em operação os equipamentos de energia fotovoltaica on grid no Fórum Cível, Fórum Criminal e no estacionamento do bloco C (foto) do Palácio de Justiça Clenon de Barros Loyola, em Goiânia. Também está em fase de execução a implantação de sistemas fotovoltaicos em mais 16 unidades judiciárias do Estado de Goiás. A previsão é de que a energia gerada pelos sistemas fotovoltaicos evitará o lançamento de 100 toneladas de CO²na atmosfera ao ano. 

Indenização por acidente  

A concessionária MGO Rodovias foi condenada a pagar indenização por dano material no valor de R$ 44 mil a um homem que sofreu acidente de trânsito ao passar por um buraco na via, em decorrência de má sinalização da pista. A decisão é do juiz Antônio Afonso Júnior, do 2º Juizado Especial de Catalão. Determinou ainda que a empresa cumpra a sentença, no prazo de 15 dias úteis, contados do trânsito em julgado, sob pena de multa de 10% do valor da indenização. 

João de Deus tem nova condenação  

O mediu João Teixeira de Faria, antes chamado de João de Deus, foi condenadoa44anos e6mesesde reclusão por estupro de duas vítimas e por estupro de vulnerável de outras duas. Esta foi a quarta condenação por crimes sexuais a ele imposta e refere-se à segunda denúncia oferecida, em 15 de janeiro de 2019, pela força-tarefa criada pelo MP-GO para investigar os crimes cometidos por João Teixeira de Faria. Os promotores e a polícia identificaram vários crimes praticados entre 1990e2018, mas apenas cinco não estavam prescritos, os quais têm vítimas de Goiás, Distrito Federal e São Paulo

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